ÁREAS DE INTERESSES...

     Este espaço é destinado a textos sobre assuntos pelos quais eu tenho interesse e que portanto conheço com alguma propriedade ....
crianças brincando de biciclet
Psicoterapia infantil
 dependente químico solitário
Dependência
química

       É possível reconhecer que uma criança necessita de um acompanhamento psicológico quando ela apresenta algumas dificuldades, tais como: de adaptação em sociedade, de desenvolvimento adequado e de nível de gratificação suficientemente bom, ou seja, sente-se feliz com o que possui. Então a pergunta que devemos fazer é: “- Ela está feliz e se desenvolvendo dentro de uma média para sua idade?”. É claro que para ter este olhar não é fácil, isso porque para ter esta percepção “o que é esperado”, temos que comparar a criança com outras, ou seja, além de ter que possuir conhecimento científico sobre desenvolvimento infantil é importante ter experiência no contato com crianças.

       Para esta preocupação dos pais, não basta à própria percepção, e sim o olhar de profissionais que tem contato com a criança, como por exemplo, o professor, este consegue perceber se de fato existe um pedido de ajuda. A partir da sensação de que algo não vai bem com a criança deve-se solicitar uma avaliação psicológica, e havendo a necessidade de um processo de psicoterapia utiliza-se uma técnica chamada ludoterapia, criada por Melanie Klein, que significa a terapia do brincar, isso porque a brincadeira é a possibilidade que a criança encontra de expressar simbolicamente aquilo que ela está sentindo e pensando, o psicoterapeuta então, entende a fala e busca auxiliar a criança na construção e desenvolvimento de compreensões ampliadas das questões que a angustia. Ao longo dos encontros com a criança, o psicoterapeuta informa aos pais quais são os pensamentos e sentimentos que a criança esta expressando e também os orienta em como estes podem ajudar seus filhos, tendo falas e ações que vão de encontro com as dificuldades apresentadas.

       A idéia do caráter preventivo que este texto se propõe, está ligado ao fato de que a criança está se desenvolvendo e se construindo em termos de personalidade, esta aprendendo e escolhendo características que se identifica, portanto é mais fácil de reverter disfunções, já no indivíduo adulto, as dificuldades foram cristalizadas juntamente com a personalidade e os reais motivos de agir, pensar e sentir inadequado, ficam disfarçados e enraizados, dificultando assim o tratamento.

       O uso de substâncias psicoativas, incluindo álcool e nicotina, está entre os principais problemas de saúde pública no mundo. Cerca de dois bilhões de pessoas são consumidoras de álcool, enquanto 1,3 bilhão é fumante e 185 milhões são usuários de drogas ilícitas. Os consumos dessas substâncias juntas contribuem para 12,4 % das mortes mundiais. Além dos problemas de saúdes, o consumo de substâncias tornou-se um importante problema social. Anos de incapacidade, custos para a sociedade, criminalidade, conflitos familiares, violência são fatores associados ao consumo de substâncias. (MALBERGIER, AMARA; OLIVEIRA; MORIHISA; SCIVOLETTO, 2012, p.445).

      A psicoterapia direcionada a todas as vítimas do abuso das drogas (inclundo os famíliares) é complexa no sentido de que se faz necessário uma avaliação e intervenção em todas as áreas afetadas, ou seja, aspectos físicos, emicionais e espirituais e as suas interligações. Portanto conhecer este universo de aspectos é imprescindivel. 

psicologia e pedagogia
Psicopedagogia

        ANÁLISE PSICOPEDAGÓGICA DA CRIANÇA COM PROBLEMA DE APRENDIZADO.

 

      As dificuldades de aprendizado por sí somente causam atraso no processo de desenvolvimento dos jovens, mas como se não bastasse,  tendem a se estender afetando profundamente o emocional, fazendo com que a mente desenvolva mecanismos de defesas para suportar os traumas e os conteúdos fantasiosos vão ficando cada vez mais disfarçados e aprofundados. A intervenção psicopedagógica é de fundamental importância para que o jovem conquiste o aprendizado mas também qualidade de vida aquirindo assim desenvolvimento emocional. 

                                                                                                                                                              ACOMPANHAMENTO

TERAPÊUTICO

                                                                                   

 

                                                                                   A  necessidade de receber auxílio para                                                              organizar e equilibrar os pensamentos e                                                                   sentimentos são fundamentais para pessoas                                                              que vivem dificuldades com autocontrole.

     O acompanhante terapêutico (A.T.) é um profissional que deve ter experiência principalmente com pacientes que podem sofrer com: sintomas depressivos; desordem dos pensamentos; sintomas de alucinações e/ou de delírios; pessoas que sofrem com dependências químicas ou outras dependências; indivíduos que apresentam comportamentos obsessivos e/ou compulsivos (estes convivem com repetições no pensar e sentir); indivíduos com transtornos psicóticos; e também em pessoas com deficiências de ordem física ou psíquica.  

    Ser acompanhado em demandas de limitações de ordem sociais, psíquicas e neurológicas requer profissional com maturidade que possa oferecer cuidados intensivos na circulação social, e que possa favorecer a potencialização das dimensões simbólicas do cotidiano do sujeito, possibilitando ressignificação de suas experiências trazendo novas formas de estar no mundo.

   Nas situações de crises, o profissional precisa interpretar e traduzir do ambiente, ofertando disponibilidade afetiva até que haja a remissão da crise evitando assim internações que geralmente são tão penosas.

Empenhar esta função de intervir na reinserção social de indivíduos exige algumas habilidades assistenciais, são elas: a capacidade empática; a flexibilidade no trato social; a aptidão de estabelecer vínculos; e a disponibilidade de trabalhar numa condição vivencial nos ambientes do assistido e em suas relações familiares fortalecendo estes vínculos.

     Todo o trabalho deve ser traçado de forma firme e segura, porém possuindo flexibilidades necessárias com foco nas limitações e no contexto histórico da vida do indivíduo, tendo como norte o auxílio na circulação social buscando a resolução de conflitos.

   Os caminhos da intervenção são planejados e estabelecidos partindo das estruturas pessoais do assistido e dos desejos deste e de sua família. Portanto os objetivos devem ter descrições claras e personalizadas, no que se refere ao desenvolvimento de capacidades e na promoção de autonomia, assim como também deve possuir especificações sobre o que seria o término da intervenção.